Person

Setembro 11, 2007

Nesta terça, 11 de setembro, será apresentada no Usina Unibanco de Cinema, uma sessão especial do filme Person. O filme faz uma reconstituição da trajetória do cineasta Luiz Sérgio Person. Dirigido pela filha do cineasta, Marina Person, o público poderá debater sobre o filme, após a exibição.

A sessão será exibida às 21h, na sala 1. A entrada é franca e os ingressos serão distribuídos meia hora antes da exibição.


Cinema Francês em BH

Setembro 9, 2007

Cena do filme

Cena do filme “Elogio ao amor”, de Jean Luc-Godard  O Palácio das Artes, desde 03 de setembro, exibe uma mostra com clássicos do cinema francês. Estão sendo exibidos filmes dos “Jean” – o Rouch e o -Luc Godard. Jean Rouch fez escola com o seu “cinema-direto”, sua obra se compõe de documentários etnográficos, sociológicos - Crônica De Um Verão (1960)  e ficções - Eu, um Negro (1959), os exemplos citados serão exibidos nesta mostra. Já de Jean-Luc Godard serão exibidos Elogio ao Amor e Nossa Música. 

SINOPSES (FORNECIDAS PELO SITE DO PALACIO DAS ARTES)

Eu, um Negro | Jean Rouch, França, 1959, 73’, DVD
Jovens nigerianos deixam sua terra natal para procurar trabalho na Costa do Marfim. Desenraizados em meio à civilização moderna, acabam chegando a Treichville, bairro operário de Abdijam. O herói, que conta sua própria história, se auto-denomina Edward G. Robinson, em honra ao ator americano. Da mesma forma, seus amigos escolhem pseudônimos destinados a lhes forjar, simbolicamente, uma personalidade ideal.

Crônica de um Verão | Jean Rouch, França 1960, 90’, DVD
Durante o verão de 1960, o sociólogo Edgar Morin e Jean Rouch pesquisam sobre a vida cotidiana dos jovens parisienses para tentar compreender sua concepção de felicidade. Durante alguns meses este filme-ensaio segue, ao mesmo tempo, tal enquete e também a evolução dos protagonistas principais. Em torno da questão inicial “Como você vive ? Você é feliz?”, rapidamente aparecem problemáticas essenciais como a política, o desespero, o tédio, a solidão… Finalmente, o grupo interrogado durante a enquete se reúne após a primeira projeção do filme acabado, para discuti-lo, aceitá-lo ou rejeitá-lo. Com isso, os dois autores se encontram diante da experiência cruel, mas apaixonante, do « cinéma-vérité », ou seja, do cinema- verdade.

Elogio ao Amor | Jean-Luc Godard, França, 2001, 97’, 35mm
No Amor, há quatro tempos: o encontro, a paixão física, a separação e o reencontro. Alguém que ouvimos falar – mas que não vemos – descreve esses quatro momentos-chave, através de três casais: um de jovens, um de adultos e outro de idosos. O que lhes acontece quando a guerra eclode… Não se sabe se se trata de teatro ou de cinema, de romance ou de ópera.

Nossa Música | Jean-Luc Godard, França, 2004, 77’, 35mm
Um filme em três partes: INFERNO. Imagens de guerra. Aviões, tanques, batalhas, explosões, tiros, execuções, países devastados, aldeias destruídas. Tudo em preto e branco e a cores. Imagens silenciosas, quatro frases, quatro excertos de música. PURGATÓRIO. Sarajevo atualmente martirizada como tantas outras. Personagens reais e imaginárias. Uma visita à Ponte de Mostar que está sendo reconstruída e simboliza a passagem da culpa ao perdão. PARAÍSO. Uma jovem mulher - que vimos no Purgatório - sacrifica-se, encontra a paz na água, numa pequena praia guardada por Marines norte-americanos.